Bloguinho Infantil

Neste bloguinho vamos contar histórias, contos e escrever poesias.
E você também pode participar com textos, desenhos e versinhos.

Tem jogos, diversões, receitinhas fáceis e muito mais!


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Mundo do Sítio do Pica-pau Amarelo

Mundo do Sítio do Pica-pau Amarelo
Mundo do Sítio do Pica-pau Amarelo (clique na Emília)

O Bloguinho nasceu em 9 de setembro de 2010

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

'Casa da Barbie' atrai crianças



Casa da Barbie' atrai crianças e fãs da boneca em Mogi das Cruzes, SP

Apelido veio por acaso e hoje casa tem bonecas no jardim e na sala.
Moradora abriu as portas e crianças da vizinhança passam o dia brincando.


Veja mais sobre a casa da Barbie aqui




domingo, 27 de janeiro de 2013

A Língua de Nhem



Cecília Benevides de Carvalho Meireles  nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1901.  Seus pais morreram quando ainda era criança e ela foi criada pela avó chamada Jacinta, que a vivia cantarolando cantigas e falando ditados populares. Na casa  de Cecília havia um quintal e um mundo encantado: o mundo dos livros ! Cecília já gostava dos livros antes mesmo de aprender a ler e foi aos 9 anos que escreveu o seu primeiro poema. Foi professora, jornalista e aos 18 já havia lançado o seu primeiro livro. Fundou a primeira biblioteca infantil do Brasil.
Poema do livro Ou isto ou aquilo (Nova Fronteira):

Havia uma velhinha
que andava aborrecida
pois dava a sua vida
para falar com alguém.
E estava sempre em casa
a boa velhinha
resmungando sozinha:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...
O gato que dormia
no canto da cozinha
escutando a velhinha,
principiou também
a miar nessa língua
e se ela resmungava,
o gatinho a acompanhava:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...
Depois veio o cachorro
da casa da vizinha,
pato, cabra e galinha
de cá, de lá, de além,
e todos aprenderam
a falar noite e dia
naquela melodia
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...
De modo que a velhinha
que muito padecia
por não ter companhia
nem falar com ninguém,
ficou toda contente,
pois mal a boca abria
tudo lhe respondia:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...



sábado, 26 de janeiro de 2013

Baleia de Papel – Sugestão de atividade divertida !

de:Cantinho Literário SOS Rios do Brasil - por Clarice Villac



Baleia de Papel – Sugestão de atividade divertida !

BALEIA AZUL

PASSO A PASSO
Muito simples e muito bonita a baleia  brinquedo de papel.
Você precisa:
 papel A4 azul, papel branco, cola, canetas e tesouras. A partir da folha azul é
apenas a metade do comprimento. Corte duas tiras de comprimentos diferente.
No menor deles virar uma extremidade com cerca de 0,5 cm.
Cole as duas extremidades e a cabeça também.
Recorte um pedaço triangular para fazer a boca da baleia  e coloque os olhinhos
prontos ou recorte os círculos do mesmo tamanho e com a caneta esferográfica faça
 as  meninas dos olhos.
Faça em um papel branco retangular franjas,  será a água que jorra do topo da cabeça
da baleia.
retirada de: http://krokotak.com/2012/08/sin-kit-ot-hartiya/

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sorvete quente

Se você está gripado e não pode tomar gelado, que tal um sorvetinho quente de frutas?
Rodelas de banana, morango e pão de forma torrado.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

JOSIELE



Luzia Stocco

Josiele, a menina,
Largou a TV
Largou o DVD
Largou computador
Foi tomar chá 
Deixou o celular
Deixou o MP3
Deixou o videogame
Queria outra forma
De se entreter
Pegou um livro 
E foi ler!
Sensacional! falou seu pai
Vou ser assim quando eu crescer

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Família Barbapapa

Barbapapa é uma família criada na década de 70 pela francesa Annete Tison e pelo americano Talus Taylor. Os Barbapapas eram uma espécie de “João Bobo” capazes de assumir qualquer forma de objeto que vocês possam imaginar. A família era composta por 9 “integrantes” e cada um possuía uma cor e uma característica diferente: Barbapapa – era o patriarca da família.Era cor de rosa.
 Barbamama – era a matriarca dos Barbapapas. 
Assim com todas as “meninas” das família sempre usava flores na cabeça. Era de cor preta. 
Barbabela – extremamente vaidosa, vivia olhando-se no espelho e sempre estava bem enfeitada. Sua cor era lilás.

Barbaclic – o mais curioso da família. Era azul.
Barbacuca – A mais estudiosa e inteligente da família. Estava sempre lendo. Era da cor laranja.
Barbalala – Amante da música. Era  verde.
Barbaploc – Esportista e metido a detetive. Era o da cor vermelha.
Barbatinta – adorava sair pintando tudo o que via pela frente. Era da cor preta e o único que tinha pelos no corpo.
Barbazoo – amigo dos animais e das plantas. Amarelo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

UMA ESTRELA



Olivaldo Júnior


            Era uma vez uma estrela. Mas não era uma estrela como outra qualquer que está no céu. Era uma estrela da terra. Tinha caído do céu havia um tempo, mas ainda não estava acostumada com a vida terrestre. Estrela não se acostuma muito fácil com a vida que a gente leva. Vales, selvas e vilas: mas a estrela, caída no meio de um monte de estrume, não brilhava, nem nada. Seu DNA não era dínamo para esgarçar as chinelas pela estrada. A estrela não andava. Portanto, foi preciso esperar. Um dia, sem que esperasse, quase que uma cobra a comeu. Mas, por sorte, passou um carro velho que, espantando o bicho, fez a estrela feliz. O tempo diria se ela sobreviveria ao seu destino. O ninho de uma estrela estava sendo um monturo.

            Um dia, sem que a estrela tivesse mais por que esperar, passou uma libélula que, se esgueirando no esterco, tocou a pele da estrela, sujinha de estrume de vaca brava, sem toque, nem truque de excelsa condição. A vida ensina. A mina de estrelas tinha deixado cair uma das suas. As estrelas também caem. Morna, a estrela grudou no inseto transparente que lha sobrevinha, incauto. Atrelada àquela libélula, pôde chegar à cidade e, ao passarem por um poste de iluminação da via pública, saltou de banda das frágeis costas da inocente a salvá-la. Salvadores, muitas vezes, são ingênuos. Socorro também surge sem querer. Bem que alguém podia ser livre.

            A estrela estava no alto de um poste de rua, tentando se equilibrar, sondando o terreno. Não estava mais num monte de estrume, sem eira nem beira que a fizesse ser alvo de cobras, nem de aves de rapina. Estava “por cima”. Não estava no céu, mas chegaria lá. Quem não duvida, pode bem alcançar.

            A noite avançava. Fazia um tempo de chuva. O vento soprava. A luz daquele poste estava quebrada. Passou um vento mais forte, que empurrou a estrelinha para cima do velho bocal do novo poste. 
               Assim, a luz voltou.





quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

SOCIEDADE IDEAL


Ana Marly de Oliveira Jacobino

Feito trilha na floresta...
Formando um carreador
Lá vão elas para a festa,
Carregando muito amor!

Levam asas de borboleta
Para enfeitar o imperador.
Hum! Ela tem físico-atleta?
Claro que não! Caro leitor!

Operária, soldado, rainha,
Fazem parte do formigueiro
Com, a cigarra de madrinha
Não trabalham por dinheiro.

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