Bloguinho Infantil

Neste bloguinho vamos contar histórias, contos e escrever poesias.
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O Bloguinho nasceu em 9 de setembro de 2010

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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Quantos dias faltam para o Natal


Vejam que legal esta sugestão de Juliana Rossini
Um Papai Noel que pode ser pintado pelas crianças, e a cada dia, uma bolota de algodão é colada no dia correspondente.
No dia de Natal, o Papai Noel estará barbudo e pode ter um lugar de destaque na casa

 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Princesa Aqualtune - Poesias dos alunos da professora Sonia Amaral

 

Textos sobre a princesa  Aqualtune  quando trabalhamos poemas da cultura africana.

Atividades sobre a Cultura Negra


 


Princesa Aqualtune

         João Pedro da Silva Aquino dos Santos – 10 anos

 

Princesa guerreira

Um dos maiores símbolos

De resistência e luta

Pela liberdade negra.

Mãe de um dos maiores líderes

Avó do talvez maior líder

Da luta contra a escravidão

Zumbi dos Palmares!

 

A Princesa Aqualtune

      Guilherme Rodrigues Andriotta -10 anos

 

Princesa guerreira

Que lutou pelo seu povo

Se fosse preciso

Faria tudo de novo!

Conseguiu fugir

No Reino dos Palmares chegou

Juntou-se aos seus

E os liderou!

 

Princesa

     Matheus  Gustavo Ribeiro Domingues –11 anos

 

Aqualtune

Foi a filha do Congo

Sua riqueza

É a terra!

Foi presa e mandada

Para o Recife no Brasil!

Ela sofreu e desapareceu.

 


A Princesa Aqualtune

          Maísa Alcantara da Silva- 11 anos

 

Aqualtune era africana

Uma princesa importante

Era muito guerreira

Que se protegia a todo instante.

 

Filha do rei Congo

Gamba Zumba era seu filho

Muito guerreiro

E também muito querido

Ela foi especial

Para os quilombos do  Brasil

Faleceu numa armação

De partir o coração!

 


A princesa Aqualtune

         Francisco Eduardo Mendes de Lima Alves – 10 anos

 

Aqualtune é aprisionada

Como escrava é vendida

Num tumbeiro maltratada

Consegue sair com vida

Com sua ideia sempre acesa

Para a luta continuar.

Aqualtune uma fortaleza

Mulher boa de trabalhar.

Canções natalinas

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

A MÁGICA ESTÁ NOS DETALHES!

 



Madalena Tricanico, bisavó da Valentina

 

            Valentina é uma pequena grande menina de apenas três anos de idade. E ganhou de aniversario uma fantasia, por isso, foi com sua mãe à uma tradicional loja de fantasias de sua cidade, onde sua bisavó comprava vários artigos de bijuterias e aviamento cujo proprietários são seus amigos de longa data.  Acompanharam o crescimento das netas e ajudaram nas escolhas de fantasias desde odaliscas até caipira.

            Agora é a vez da bisneta e das fantasias de Princesas. São tantas as princesas que impossível para a bisa saber, de pronto, qual é a do gelo, a do coelho, a que entra pelo espelho e por aí vai...

            Chegando à loja, Valentina reconheceu a roupa da Princesa Sofia e ficou encantada! A vendera foi logo explicando os detalhes da fantasia, e ela muito esperta, percebeu que faltava o principal, e perguntou:

            - Cadê o colar talismã?

            A vendedora imediatamente providenciou um competente e valioso talismã pra completar a fantasia.

            Melhor foi quando Valentina chegou em sua casa...

            - Mamãe! Mamãe! Meu talismã não está funcionando. Vamos voltar lá na loja. Ele precisa muito funcionar...

            - Valentina, vamos ver como você quer que o talismã funcione. Explica para a mamãe, o que você pediu para ele fazer?

            Valentina se posicionou na frente do espelho e com todo seu charme, passou as mãos no cabelo, um gesto só seu, e tentou entrar “espelho a dentro”. Tentou uma vez, duas...na terceira investida sua mãe a segurou e falou com todo carinho.

            - Filha! O talismã é novo e não está acostumado ainda com você. Precisa ter um pouco de paciência com ele e explicar bem devagarinho o que você quer fazer para ele ver se é possível ou se precisa de mais alguma coisa para realizar.

            Valentina e mamãe ficaram em silêncio e foram se ocupar de outras coisas como o banho e o jantar, como costume até na hora de dormir.

            - Agora já está na hora de dormir.  Melhor guardar os brinquedos, vamos ler uma história bem bonita.

            Valentina disfarçou, saiu de fininho, foi para seu quarto e voltou toda iluminada de suas fantasias.

            - Mamãe! Mamãe! Meu talismã já está funcionando!

            - Verdade filha! O que aconteceu?

            - Ele falou comigo! Eu escutei direitinho!

            - O que foi que ele falou Valentina. O que você ouviu?

            - Que eu posso brincar mais duas horas antes de ir para a cama. Ouvi direitinho.   Ele funcionou!!!  

domingo, 4 de outubro de 2020

Ao meu Santinho de Assis




Ivana Maria França de Negri

Vós que fostes exemplo de humildade, andastes em andrajos e pés descalços no chão.
Vós que amastes a natureza e chamastes os astros do céu de irmão Sol e irmã Lua.
Vós que conversastes com os passarinhos e amansastes as feras da floresta apenas com vosso olhar pacífico e amoroso.
Vós que fostes poeta, pacifista, ecologista e protetor dos animais.
Vós que consolastes os sofredores, estendestes a mão aos pobres e curastes os doentes.
Vós que tivestes uma fé inabalável em Deus e jamais duvidastes da Justiça Divina.
Vós que passastes dias inteiros em arrebatamento, orando e meditando em silêncio contemplativo.
Vós que cantastes hinos em louvor ao Criador de todas as coisas com a alma sintonizada em etéreas dimensões.
Vós que abandonastes o conforto e as riquezas mundanas para viver recluso numa capelinha na montanha, escutai esta minha prece.
Peço neste dia, que derrameis vossa bênção e protegei todas as criaturas que não sabem falar, mas sentem dor, fome, sede, tristeza, como nós humanos, mas são tratadas com desdém.
Consolai as criaturas aladas presas em minúsculas gaiolas, pois nunca poderão adejar asas e voar felizes no azul do céu.
Amparai os que puxam carroças e têm o dorso coberto de escaras pelo açoite constante.
Livrai os bois de rodeio e os sangrados nas touradas desse sofrimento sem finalidade alguma que os humanos chamam de diversão.
Volvei vosso olhar de bondade às pobres cobaias de laboratório que têm seus corpos retalhados em vida, sentindo dores terríveis para servir à ciência.
Derramai também um bálsamo curativo que abrande a dor das feridas dos que são abatidos em caçadas, dos que são utilizados sem piedade em rituais religiosos, e dos que têm seu corpo descarnado para que suas vísceras sirvam de alimento ao homem.
Protegei os animais de circo, presos em jaulas pequenas e sempre à mercê de crueldade dos seres humanos.
Soprai nos corações pétreos dos homens, um pouco que seja da vossa infinita bondade a fim de que a misericórdia e a compaixão neles faça morada. Amém.

sábado, 19 de setembro de 2020

Diploma Thales Castanho de Andrade

Os três agraciados com o Diploma Thales Castanho de Andrade:
 

 Heitor Barbosa Previtalli, 14 anos, foi indicado pela Biblioteca Municipal por ser assíduo frequentador do estabelecimento

Ana Clara de Negri Kantovitz, 13 anos,  é ilustradora de 5 livros infantis e foi selecionada e premiada por duas vezes no Salãozinho de Humor de Piracicaba
Tiago |Guarnieri Betti, 10 anos, já leu mais de mil livros e está escrevendo o próprio livro.







segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Thales Castanho de Andrade e eu



Cássio Camilo Almeida de Negri

            Revolvendo os escaninhos de minha mente, nos meus profundos “sankaras” desta encarnação, procurei pela primeira história que eu me lembrasse de ter ouvido na vida.
            Meus pensamentos foram progredindo até a idade de quatro anos.
            Me vi sentado no chão forrado com um pano de algodão branco, parecendo um saco de açúcar alvejado. Pernas cruzadas, e ao meu lado, uma jovem negra de uns vinte anos, também sentada na minha frente, contando-me uma história.
            Ela era semi analfabeta, mas conhecia muitas narrativas e lendas, e eu adorava ouvi-la.
            Vi essa moça negra, de riso fácil envelhecer, tornar-se uma senhora,transformar-se em idosa e falecer aos 82 anos. Foi minha segunda mãe e me acompanhou em toda trajetória de vida.
            Mas voltando aos quatro anos, sentado no saco branco alvejado, que ela dizia que era para eu não tomar a friagem do chão de cimento vermelho, ela me contava a história do Agapito. Eu conhecia a história de Thales Castanho de Andrade intitulada El Rei Dom Sapo, como a história do Agapito.
            Sempre que meus pais saíam para dar aulas, eu ficava com ela, sentávamos nos panos e eu pedia:
            -“Bá (o nome dela era Sebastiana), você me conta a história do Agapito?”
            Quando ela terminava, ainda me contava as fábulas de Esopo, Branca de Neve, A raposa e as uvas, e também contava as lendas de Piracicaba como a da Inhala Seca e do Capitão Nhô Lica. Mas a que eu mais gostava mesmo era a história do Agapito.
            Meus pais eram professores, e como mamãe tinha sido aluna do professor Thales, tínhamos em casa o livro Saudade e os pequenos livros ilustrados de histórias infantis onde eu observava as figuras, como a do capítulo I e do capítulo XI no fim da história, onde existe uma casinha, uma mulher dando milho para as galinhas e um mastro de festa de São João no terreiro.
            Eu me imaginava brincando feliz nesse pátio poeirento de terra dessa ilustração esperando que a porta da casinha se abrisse e de lá saísse o Agapito para brincar comigo.
            Já um pouco maior, minha mãe contava sobre Thales, seu professor, e até quando nos deliciávamos ocasionalmente com  Cotubaína, ela dizia que a fábrica era da família Andrade, e ficava defronte à Escola Moraes Barros.
            Já adulto e avô, tenho saudades da minha netinha Ana Clara pequena (agora adolescente) me pedindo:
            “Vovô, conta a história do Agapito para eu dormir?” E sempre, logo após Nhô Fidelis e Nhá Vicência terem encontrado o bebê negrinho abandonado na porta de sua casa, ela já estava dormindo...


Obs: Quem ficou curioso para saber de toda história, leia El Rei Dom Sapo e todas as outras histórias desse escritor pioneiro, e deguste as lições de ecologia em cada narração, na minha opinião, maior que Monteiro Lobato. Só que este, teve muito mais propaganda e divulgação de suas obras.


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